Devaneio

Divago, não existo, mas tudo quero. Vida sem rumo, destino incerto, largado por aí, vivendo boemia. Baco em noites paulistanas, pensamentos inusitados, desejos não ortodoxos, eterno fanfarrão. Entre Augusta, doce cortesã, e a Roosevelt. Vejo fantasmas, dançarinos, piratas, barmans. Vivencio espetáculos, mergulho entre livros, ouço boa música, diversas batidas, muitas bebidas, nenhum pé ao chão.